sábado, 26 de dezembro de 2009
MINHA FILMOGRAFIA REAL
Curtas metragens 35mm
"Três"
"5 Filmes Estrangeiros"
"Tepê"
"Dez Dias Felizes"
"Um Trailer Americano"
Longas 35mm
-Subterrâneos
-A Concepção
-Meu Mundo em Perigo
-Se Nada Mais Der Certo
"Três"
"5 Filmes Estrangeiros"
"Tepê"
"Dez Dias Felizes"
"Um Trailer Americano"
Longas 35mm
-Subterrâneos
-A Concepção
-Meu Mundo em Perigo
-Se Nada Mais Der Certo
CINEASTAS IMAGINÁRIOS- FREDERICO RIBEINCHER
Frederico Ribeincher é filho de psicologa americana e um administrador alemão que foi morar em Porto Alegre. Criança problemática encontrou, na adolescência, as artes como caminho pra salvação. Começou como ator num grupo de teatro, depois, devido a qualidade dos seus textos publicou seus primeiros escritos. Sempre impressionou por conseguir articular e dar veracidade e densidade para tramas aparentemente absurdas. Uma vez, chamado para atuar em um video amador se encantou pela idéia de ser diretor de cinema. Fez o seu próprio video amador que se transformou num sucesso independente. Os Fanaticos, ficção sobre os movimentos Neo Nazistas no sul do país. Fez outros vídeos sobre a alienação do individuo em nome do coletivo. Morou um tempo nos Estados Unidos e depois em Berlim. Foi criado sobre os três idiomas. Após uma crise depressiva, foi estudar cinema em Nova York onde conheceu Almir Neves. De volta ao Brasil, foi tendo uma carreira de sucessos comerciais e depois caindo no ostracismo. Até ser resgatado como ator que viabilizou uma inusitada carreira internacional no ramo.
Filmografia:
-Voltando ao Pó
primeiro filme da serie sobre detive particular que na infância, filho de uma religiosa e de um delegado, foi possuido por demonio. Tentou seguir a carreira de padre, mas larga o seminário e durante a ditadura militar resolve ser detive particular. No primeiro filme da serie ele, morando numa pensão, tenta desvendar um crime que só ele viu no prédio em frente.
-Minhas Memórias Ficarão em Casa
baseada na história real de um homem preso sem motivo durante vinte anos.
-....
Outro filme da série. O detive tenta desvendar o desaparecimento de um filho de uma familia importante e conservadora carioca durante o AI-5.
-...
Outro filme da série. Durante o governo Médice, o detive se envolve na comprovação de um caso de adultério de um empresário que apoia o governo militar.
-Nordeste
Conto moral-filme preto e branco ao som de rock psicodélico sobre uma pequena cidade no interior de Pernanbuco.
-...
último filme da série. O detive, perto da abertura politca, vive quase como mendigo nas ruas de Copacabana. Mesmo assim, tenta desvendar por conta própria, assassinatos ocultados pela imprensa de, ao tudo indica, um serial killer que crê ser um vampiro.
- ...
Um ator porno, a mulher de um bicheiro e seu segurança vivem um inusitado triangulo amoroso.
seu grande sucesso de critica.
- O Amor é uma Droga Pesada
Casal rico e entediado vive em swings. Certo dia se apaixonam por uma jovem interiorana...
fracasso de crítica e público.
- Desejos
releitura fracassada do Céu Sobre Berlim.
- ...
Paciente psiquiatrica vive romance lésbico com outra paciente autista. Psiquiatra é uma especie de observador da relação . Filmado com filme reversível vencido é sua obra mais radical e seu maior fracasso.
-Os Fanaticos
releitura sofrivel de seu filme de estréia.
- Em Berlim
Já consagrado como ator internacional, realiza um pequeno policial pra tv sobre uma dupla de policiais em Berlim que investigam neonazistas.
Filmografia:
-Voltando ao Pó
primeiro filme da serie sobre detive particular que na infância, filho de uma religiosa e de um delegado, foi possuido por demonio. Tentou seguir a carreira de padre, mas larga o seminário e durante a ditadura militar resolve ser detive particular. No primeiro filme da serie ele, morando numa pensão, tenta desvendar um crime que só ele viu no prédio em frente.
-Minhas Memórias Ficarão em Casa
baseada na história real de um homem preso sem motivo durante vinte anos.
-....
Outro filme da série. O detive tenta desvendar o desaparecimento de um filho de uma familia importante e conservadora carioca durante o AI-5.
-...
Outro filme da série. Durante o governo Médice, o detive se envolve na comprovação de um caso de adultério de um empresário que apoia o governo militar.
-Nordeste
Conto moral-filme preto e branco ao som de rock psicodélico sobre uma pequena cidade no interior de Pernanbuco.
-...
último filme da série. O detive, perto da abertura politca, vive quase como mendigo nas ruas de Copacabana. Mesmo assim, tenta desvendar por conta própria, assassinatos ocultados pela imprensa de, ao tudo indica, um serial killer que crê ser um vampiro.
- ...
Um ator porno, a mulher de um bicheiro e seu segurança vivem um inusitado triangulo amoroso.
seu grande sucesso de critica.
- O Amor é uma Droga Pesada
Casal rico e entediado vive em swings. Certo dia se apaixonam por uma jovem interiorana...
fracasso de crítica e público.
- Desejos
releitura fracassada do Céu Sobre Berlim.
- ...
Paciente psiquiatrica vive romance lésbico com outra paciente autista. Psiquiatra é uma especie de observador da relação . Filmado com filme reversível vencido é sua obra mais radical e seu maior fracasso.
-Os Fanaticos
releitura sofrivel de seu filme de estréia.
- Em Berlim
Já consagrado como ator internacional, realiza um pequeno policial pra tv sobre uma dupla de policiais em Berlim que investigam neonazistas.
As primeiras experiências- parte 5
Dentre essas primeiras experiências uma me tomou 8 meses de vida. Minha namorada da época nomeou de Prelúdio. Peguei umas experiências que fizemos com a atriz Clarice Cardell e refilmei da tel apenas o detalhes dos olhos. Coloquei ruídos com uma música clássica e fiz uma especie de fluxo de pensamento de uma mulher antes de um encontro amoroso. O filme ganhou meu primeiro prêmio. Esse prêmio além de medar horas de ilha e fitas U-Matic despertou o interesse do CPCE-importante e moderno centro de produção de vídeo da UnB- para que fosse estagiário do lugar. Na antiga administração aluno mal podia entrar no corredor principal. SObre nova administração e a greve de funcionários os alunos eram extremamentes uteis. Vivi lá praticamente. Aprendo tudo sobre câmera, eletrica, maquinária, edição... fui técnico de vários institucionais e filmes de formatura de colegas. Fiz meu primeiro vídeo em formato profissional: Domingo. Vídeo péssimo. Depois, traumatizado nem pensei mais na direção. Trabalhei em aproximadamente em 40 videos entre institucionais, documentários, ficções. Depois de um certo momento fiz direções de pequenos filmes técnicos para departamentos da UnB. No fim de 92, formandos de jornalismo me chamaram para colaborar em projeto sobre a comunicção de pacientes psiquiatricos. Eu teria a função de fazer a câmera no vídeo e ensinar os pacientes a operar câmeras para eles filmarem a realidade deles. Entrei descompromissado, mas me apaixonei pela experiência. Me enfurnei em instituições psquiatricas durante 3 meses. Virei editor do projeto, depois co diretor. O vídeo chamava-se EUOUTROEU. nA EDIÇÃO MINHA CABEÇA EXPLODIU. Virei critico da minha câmera fria, sem compaixão pelo que filmava, vaidosa, arrogante. Tomei uma peia apos terminado o projeto. Tive sindrome de pânico. Achei que minha vida acabava. Fui convidado pra fazer um clip de uma banda nova. Low Dream. Pra evitar os ataques de pânico, tentava imaginar na minha cabeça como seria o vídeo montado.Isso me curou. Pronto o clip estourou. Virou capa do Estadão, dos jornais locais. Isso me despertou pra outras bandas. Uma delas vingou. Raimundos. O clip que fiz também: Nega Jurema. Fui descoberto pelo mercado publicitário ainda aluno da UnB. Comecei a ganhar meu dinheiro. Fazer outros clips de bandas importantes como Pato Fu. Isso viabilizou meus videos experimentais e meu curta de formatura em 1994. "Três"
CINEASTAS IMAGINÁRIOS- ALMIR NEVES
tudo criado na minha adolescência.
Almir Neves é formado em história. Foi professor secundarista de história em Campo Grande. Começou a fazer videos em VHS nos anos 80, onde se destacou no circuto independente. Notabilizou-se como excelente narrador de histórias clássicas. Sempre congregou a familia na sua atividade paralela de cineasta- professor sempre foi a principal- seu filhos e mulher produziram, fotografavam, fazia a arte, a produção... Depois de um mestrado virou professor universitário e aos 40 anos se mudou pra Nova York onde estudou cinema junto com Frederico Ribeincher, que virou amigo. Fez um média metragem produzido por Fred. " A Grande Mamãe Urso" e produziu o filme de estréia de Fred. De volta ao Brasil, foram mais alguns filmes juntos até seguir caminhos opostos. Depois de um tempo,voltou para Campo Grande e tentou instalar um pólo de produção no lugar. É professor da Universidade Federal do Mato Grosso.
Filmografia:
- Viver, Morrer
garotos de 13 anos vivem aventuras iniciaticas nos anos 40 e não conseguem distinguir o mundo dos adultos do mundo imaginário da infância.
-Eu Não Amo Você
Filme feito sobre encomenda. Jovem aristocratico tenta fixar inultilmente relação com uma menina suburbana na era Vargas.
- O Alarme
Ficção cientifica. Num futuro distante, jovens que vivem sobre intensa ditadura seus ritos de passagem, resolvem desafiar o toque de recolher fazendo festas em lugares subterrâneos.
- Nosso Querido Professor
Professor de arte mediocre, gay faz a diferença em escola elitista e provinciana.
-Inimigos de Classe
Adaptação da peça homonima
- O Diretor
cotidiano de um diretor de uma escola pública na periferia de Campo Grande.
- O Time
time de basquete amador consegue vitórias impressionantes sobre times com mais estrutura até virar noticial nacional.
-Um Homem atrás de seus Sonhos
Senhor larga a familia pra viver uma viagem até a fronteira sul do país. Especie de Dom Quixote moderno.
Tauromaquia
Boiadeiros tentam que levar rebanho imenso a salvo pelo pantanal.
Almir Neves é formado em história. Foi professor secundarista de história em Campo Grande. Começou a fazer videos em VHS nos anos 80, onde se destacou no circuto independente. Notabilizou-se como excelente narrador de histórias clássicas. Sempre congregou a familia na sua atividade paralela de cineasta- professor sempre foi a principal- seu filhos e mulher produziram, fotografavam, fazia a arte, a produção... Depois de um mestrado virou professor universitário e aos 40 anos se mudou pra Nova York onde estudou cinema junto com Frederico Ribeincher, que virou amigo. Fez um média metragem produzido por Fred. " A Grande Mamãe Urso" e produziu o filme de estréia de Fred. De volta ao Brasil, foram mais alguns filmes juntos até seguir caminhos opostos. Depois de um tempo,voltou para Campo Grande e tentou instalar um pólo de produção no lugar. É professor da Universidade Federal do Mato Grosso.
Filmografia:
- Viver, Morrer
garotos de 13 anos vivem aventuras iniciaticas nos anos 40 e não conseguem distinguir o mundo dos adultos do mundo imaginário da infância.
-Eu Não Amo Você
Filme feito sobre encomenda. Jovem aristocratico tenta fixar inultilmente relação com uma menina suburbana na era Vargas.
- O Alarme
Ficção cientifica. Num futuro distante, jovens que vivem sobre intensa ditadura seus ritos de passagem, resolvem desafiar o toque de recolher fazendo festas em lugares subterrâneos.
- Nosso Querido Professor
Professor de arte mediocre, gay faz a diferença em escola elitista e provinciana.
-Inimigos de Classe
Adaptação da peça homonima
- O Diretor
cotidiano de um diretor de uma escola pública na periferia de Campo Grande.
- O Time
time de basquete amador consegue vitórias impressionantes sobre times com mais estrutura até virar noticial nacional.
-Um Homem atrás de seus Sonhos
Senhor larga a familia pra viver uma viagem até a fronteira sul do país. Especie de Dom Quixote moderno.
Tauromaquia
Boiadeiros tentam que levar rebanho imenso a salvo pelo pantanal.
CINEASTAS IMAGINÁRIOS
Desde dos 15 anos eu imaginei vários cineastas colegas que tem toda uma filmografia. Alguns viraran pseudonimos como o Fred Ribeincheir.
Aos 15 ou 16 anos a minha filmografia seria essa:
Veio a Lembrança
Comédia meio Felliniana -Amacord- sobre pai e filho andarilhos. Um dia o pai some. O filho solitário casa com uma senhora. No dia que chega em casa descobre que seu pai se casou com a filha dessa mulher. Diante do extremo mal estar crescente da situação, a empregada mata a todos. Era pra ser com Paula Autran, Zilka Salambery, Paulo José, Miltom Gonçalves, Luiza Brunet,Regina Casé
Uma Nação Cadaver
Dois amigos, um empregado do pai do protagonista, se reencontram depois de ano e comentam sobre suas vidas no tempo da ditaudura. Era pra ser filmado que nem esse Obscuro Objeto de Desejo. Com dois atores se revezando no mesmo papel e a mesma coisa com a locação.
Heróis Hipocritas
Adaptação do meu único prêmio de literatura, aos 15 anos. Uma especie de versão psicodelica dos Sertões.
Homens ao Sol
Adapatação livre de um livro do Ignácio Loyola Brandão. Ainda penso em fazer.
Senhroas Adormecidas
Uma comunidade militar na fronteira norte do Brasil está isolada do resto do mundo. Não existem mais homens jovens.Só velhos e mulheres abandonadas.
Brasil Nunca Mais
Adaptção ficcional do livro
Léo
Meu primeiro roteiro escrito.
Celebre Anonimato
Musical sobre cinco irmãos gêmeos que tomam caminhos diversos. Seria meu primeiro filme ligado ao movimento Concepcionista.
A Segunda Mudança
Também filme ligado ao COncepcionismo.Comédia que se passa no futuro sobre uma comunidade isolada e terceiro mundista que recebe artistas persegudos pela ditadura vigente.
Zero
adaptação do romance do Ignácio Loyola Brandão
O Pior Dia da Sua Vida
meu filme americano...:) Homem acorda e percebe que o tempo avançou dois anos e o EUA vive a mais dura recessão.
Estamos Aqui Pra Sobreviver
Filme PB com alguns elementos coloridos- quando isso era moderno- sobre homem que larga sua vida e tem um dia especial em ambiente degradado.
Os Dois
Comédia policial.Imigrante ilegal nos EUA fica amigo de policial para conseguir decifrar um crime.
Os Sertões
inspirado no livro.
Pássaros de Outono
segundo longa que escrevi.
Oceano Tangerina
cheguei a tentar trasnformar em curta. Jovem desorientado em Brasília toma com amigos uma dorga nova-OT- de repente, ele vêum corpo na piscina. Não sabe se foi alucinação ou realidade.
Fugindo de Casa
Jovem sai de Brasilia pra São Paulo e no caminho começa a viver de pequenos crimes na estrada.
Você Viu o Acidente Lá Fora?
Velho morador de uma pensão,solitário, toca piano num buteco. Tem como hábito seguir pessoas aleatoriamente. Um dia recebe um bilhete de uma mulher que está sendo seguido. Entra em paranóia e acha que todas as pessoas que reaparecem fazem parte de uma conspiração contra ele.
O Movimento Presente
Velho, perto da morte, um dia se vê transformado em criança. Sozinha, sem ninguém, ele revive toda experiência de envelhecimento.
O Melhor Amigo de Uma Garota
Comédia. Velho solitário encontra com jovem grávida chorando no cinema. Ela, sem casa e sem ninguém, é abrigada por esse senhor. Vivem uma história de companheirismo. Ele educa a filha que nasce atéque um dia, a jovem recuperada e trabalhando se casa e o abandona....sim..éuma comédia.
O Longo Caminho De Volta
a cinebiografia da minha mãe
Paixão
sobre uma comunidade que o grande chamariz dela é a encenação da paixão de Cristo. Um dia, o Jesus da Comunidade é trocado por um ator global.
Zé- uma auto-cinebiografia inacabada.
Amor
filme a la Fassbinder. Melodrama feito em estúdio sobre traições e paixões destrutivas.
Aos 15 ou 16 anos a minha filmografia seria essa:
Veio a Lembrança
Comédia meio Felliniana -Amacord- sobre pai e filho andarilhos. Um dia o pai some. O filho solitário casa com uma senhora. No dia que chega em casa descobre que seu pai se casou com a filha dessa mulher. Diante do extremo mal estar crescente da situação, a empregada mata a todos. Era pra ser com Paula Autran, Zilka Salambery, Paulo José, Miltom Gonçalves, Luiza Brunet,Regina Casé
Uma Nação Cadaver
Dois amigos, um empregado do pai do protagonista, se reencontram depois de ano e comentam sobre suas vidas no tempo da ditaudura. Era pra ser filmado que nem esse Obscuro Objeto de Desejo. Com dois atores se revezando no mesmo papel e a mesma coisa com a locação.
Heróis Hipocritas
Adaptação do meu único prêmio de literatura, aos 15 anos. Uma especie de versão psicodelica dos Sertões.
Homens ao Sol
Adapatação livre de um livro do Ignácio Loyola Brandão. Ainda penso em fazer.
Senhroas Adormecidas
Uma comunidade militar na fronteira norte do Brasil está isolada do resto do mundo. Não existem mais homens jovens.Só velhos e mulheres abandonadas.
Brasil Nunca Mais
Adaptção ficcional do livro
Léo
Meu primeiro roteiro escrito.
Celebre Anonimato
Musical sobre cinco irmãos gêmeos que tomam caminhos diversos. Seria meu primeiro filme ligado ao movimento Concepcionista.
A Segunda Mudança
Também filme ligado ao COncepcionismo.Comédia que se passa no futuro sobre uma comunidade isolada e terceiro mundista que recebe artistas persegudos pela ditadura vigente.
Zero
adaptação do romance do Ignácio Loyola Brandão
O Pior Dia da Sua Vida
meu filme americano...:) Homem acorda e percebe que o tempo avançou dois anos e o EUA vive a mais dura recessão.
Estamos Aqui Pra Sobreviver
Filme PB com alguns elementos coloridos- quando isso era moderno- sobre homem que larga sua vida e tem um dia especial em ambiente degradado.
Os Dois
Comédia policial.Imigrante ilegal nos EUA fica amigo de policial para conseguir decifrar um crime.
Os Sertões
inspirado no livro.
Pássaros de Outono
segundo longa que escrevi.
Oceano Tangerina
cheguei a tentar trasnformar em curta. Jovem desorientado em Brasília toma com amigos uma dorga nova-OT- de repente, ele vêum corpo na piscina. Não sabe se foi alucinação ou realidade.
Fugindo de Casa
Jovem sai de Brasilia pra São Paulo e no caminho começa a viver de pequenos crimes na estrada.
Você Viu o Acidente Lá Fora?
Velho morador de uma pensão,solitário, toca piano num buteco. Tem como hábito seguir pessoas aleatoriamente. Um dia recebe um bilhete de uma mulher que está sendo seguido. Entra em paranóia e acha que todas as pessoas que reaparecem fazem parte de uma conspiração contra ele.
O Movimento Presente
Velho, perto da morte, um dia se vê transformado em criança. Sozinha, sem ninguém, ele revive toda experiência de envelhecimento.
O Melhor Amigo de Uma Garota
Comédia. Velho solitário encontra com jovem grávida chorando no cinema. Ela, sem casa e sem ninguém, é abrigada por esse senhor. Vivem uma história de companheirismo. Ele educa a filha que nasce atéque um dia, a jovem recuperada e trabalhando se casa e o abandona....sim..éuma comédia.
O Longo Caminho De Volta
a cinebiografia da minha mãe
Paixão
sobre uma comunidade que o grande chamariz dela é a encenação da paixão de Cristo. Um dia, o Jesus da Comunidade é trocado por um ator global.
Zé- uma auto-cinebiografia inacabada.
Amor
filme a la Fassbinder. Melodrama feito em estúdio sobre traições e paixões destrutivas.
As primeiras experiências- parte 4
Em 88 o vestibular de comunicação era o quarto mais concorrido. Você não fazia direto pra cinema. Fazia pra comunicção e escolhia, após entrar, se ia pra jornalismo, publicidade, rádio e tv ou cinema.No primeiro vestibular não passei. Tentei fazer jornalismo na UFRJ mas também foi um fiasco. Cai num cursinho no objetivo e, como nome diz, consegui objetivar minha cabeça pra entrar na UnB. COnsegui no meio do ano. Cogitei escolher jornalismo, mas na hora resolvi seguir o que desejava. Eu e mais dois só escolheram cinema.O curso fecharia logo após a minha turma. A época não podia ser pior. O país vivia uma recessão imensa. Collor acabava com o cinema no Brasil, imagina em Brasilia. Havia apeanas 4 professores no curso. Não tinha equipamento,mas estava alienada a isso e com fé no meu sonho. Por imensa sorte na minha vida, o professor de tv, Armando Bulcão, tinha acabado de entrar no curso e estava cheio de vontade. Fui aluno dele e aprendi a enquadrar, entender de ritmo, lente, construção de narrativa. Colocamos as câmeras dos anos 60 pra funcinar. Fizemos tv ao vivo. No fim do ano,eleme emprestou a câmera VHS do curso, coisa dificil era aluno pegar em equipamento na época, e consegui filmar e editar meu primeiro vídeo. "Você Não vai Entender Meus Olhos". Uma video arte em que 2 caras e uma menina (a mesma que era apaixonado) ficam em silêncio numa sala. Cada um divaga sobre como poderia ser a vida a dois. Nesse meu primeiro video já tinha tudo: O encateamento baseado muito mais no fluxo de pensamento do que na lógica narrativa, pessoas a deriva, alienadas por opção do convivio pessoal, música pop, a câmera solta, a edição ágil e associativa, a dificuldade de comunicação, a desconexão com a realidade, a dúvida sobre tudo e todos. Depois, meu irmão que era professor de educação fisica, comprou uma câmera pra filmar os jogos da sua equipe de basquete. Pegava emprestado a câmera e fiz várias experiências. Juntei todas nomeu segundo video. "Seguindo Vocês". um video arte juntando imagem e poemas. Como era estagiário do centro de audio-visual da biblioteca da UnB consegui editar nas horas vagas. Entre uma palestra e outra que era obrigado a filmar. Depois virei monitor de telejornalismo do Armando Bulcão e junto com Alfredo Viana tinhamos a chave da ilha e do estudio da UnB. Virou minha casa. Dormia e almoçavalá. Mesmo por que me muitas vezes não tinha dinheiro pra voltar pra casa. Fizemos trocentas experiências diárias de edição e captação.
Links
Tem mt chororo egocentrico e bobo, mas enfim, tem lampejos e serve pra me conhecer um pouco.
http://mundoemperigo.zip.net/
http://www.novosanos.theblog.com.br/
http://www.diarioconcepcao.theblog.com.br/
http://mundoemperigo.zip.net/
http://www.novosanos.theblog.com.br/
http://www.diarioconcepcao.theblog.com.br/
HOJE
2009 foi um ano dificil. Não como 1987. Tive um reconhecimento que até então não tinha.Mas em compensação muito stress, dívidas e tentivas frustradas de filmar. Tentei encatar O Perfeito Cozinheiro das Almas Deste Mundo, mas o produtores implicaram com o roteiro, depois não conseguiram os direitos do livro. Fui chamado para dirigir O Gorila, adapatção do Sergio Santana, mas também só ficou no roteiro por enquanto. The Billi Pig ficou meses na mão de uma produtora que só resolveu faze-lo andar no fim do ano. Enfim, 2009 foi o ano da prospecção.
Ainda escrevi dois roteiros sobre encomenda. Faroeste Cabloco e um outro para uma produção gringa. Comecei rascunhos de novos roteiros ou sozinho ou com meu parceiro Ronaldo D'Oxum.
Ainda escrevi dois roteiros sobre encomenda. Faroeste Cabloco e um outro para uma produção gringa. Comecei rascunhos de novos roteiros ou sozinho ou com meu parceiro Ronaldo D'Oxum.
As primeiras experiências- parte 3
O ano de 1987 foi um dos piores da minha vida. Foi um terceiro ano melancólico que tentei filmar sem sucesso minhas experiências VHS, meus pais se separavam de forma traumática e chocante, a menina que era afim mudou de escola, o terceiro ano quase me reprovou, odiava aquele colégio e os colegas burgueses e queria fazer vestibular para comunicação-cinema,mas meus pais e colegas falavam prafazer jornalismo.
Foi o ano também que mais escrevi roteiros.
Meu primeiro roteiro de longa. Chamava-se Léo (o protagonista do Se Nada Mais Der Certo não tem esse nome a toa). Tratava-se um filme meio delirante, flertando com a novelle Vague e os filmes de opera Rock, em que um jovem, morando numa metropole enorme, que ninguém sabe como sair, começa a fazer um rito de passagem traumático. De repente, por descuido, ele vira Prefeito da Cidade e atravês de uma privada ele sai a noite, indo para uma zona marginal e cometendo crimes barbaros. Comecei a escrever o roteiro numas férias deprimentes numa quitinete lotada em Copacabana. Fiz todo a mão em paginas de caderno. Perdi os manuscritos.
No mesmo ano, escrevi um média metragem chamado "Os Abacaxis estão Fazendo uma Festa Particular" . A história de um boto que invade uma festa de abacaxis, misturando falso documentário, animação...:)
E outro longa, sempre a mão, que se chamava "Pássaros de Outono". Em 86, eu as mais duas pessoas eram apaixonados pela mesma menina que mudou de escola em 87. Criei uma fábula, cheia de elementos fantásticos, em que essas três pessoas se encontravam após a cerimônia de casamento dessa menina e saiam perdidos pela noite de Brasília.
Ao fim do ano, fiquei amigo do Alfredo Jabor(sobrinho do Arnaldo) ele virou biologo, mas tinha uma câmera Betamax e tentamos fazer um filme juntos. Eramos atores. Era a história dele, sobre dois amigos que obrigados a dividir a mesma casa, tramam um contra o outro. Não editado também.
Em 87 a minha lista de melhores filmes era:
- Jonhy vai a Guerra
-The Wall
-Fome de Viver
-O Acossado
-Gaviões e Passarinhos.
Foi o ano também que mais escrevi roteiros.
Meu primeiro roteiro de longa. Chamava-se Léo (o protagonista do Se Nada Mais Der Certo não tem esse nome a toa). Tratava-se um filme meio delirante, flertando com a novelle Vague e os filmes de opera Rock, em que um jovem, morando numa metropole enorme, que ninguém sabe como sair, começa a fazer um rito de passagem traumático. De repente, por descuido, ele vira Prefeito da Cidade e atravês de uma privada ele sai a noite, indo para uma zona marginal e cometendo crimes barbaros. Comecei a escrever o roteiro numas férias deprimentes numa quitinete lotada em Copacabana. Fiz todo a mão em paginas de caderno. Perdi os manuscritos.
No mesmo ano, escrevi um média metragem chamado "Os Abacaxis estão Fazendo uma Festa Particular" . A história de um boto que invade uma festa de abacaxis, misturando falso documentário, animação...:)
E outro longa, sempre a mão, que se chamava "Pássaros de Outono". Em 86, eu as mais duas pessoas eram apaixonados pela mesma menina que mudou de escola em 87. Criei uma fábula, cheia de elementos fantásticos, em que essas três pessoas se encontravam após a cerimônia de casamento dessa menina e saiam perdidos pela noite de Brasília.
Ao fim do ano, fiquei amigo do Alfredo Jabor(sobrinho do Arnaldo) ele virou biologo, mas tinha uma câmera Betamax e tentamos fazer um filme juntos. Eramos atores. Era a história dele, sobre dois amigos que obrigados a dividir a mesma casa, tramam um contra o outro. Não editado também.
Em 87 a minha lista de melhores filmes era:
- Jonhy vai a Guerra
-The Wall
-Fome de Viver
-O Acossado
-Gaviões e Passarinhos.
As primeiras experiências- parte 2
O Cineclube era uma coisa pequena e meio marrom, mas no cenário provinciano de Brasilia nos anos 80 era tudo.Tinha um coordenador, Wanderley, que fazia videos em VHS com mais estrutura que entrei, ainda no ano de 1986, para aprender a operar câmera, editar, dirigir... Era um adolescente timido que via trancado no quarto ouvindo música e criando tramas e minha primeira experiência no mundo dos adultos foi meio choque, mas foi bom. Minha mãe quis me proibir de frequentar, mas fui mesmo assim. Meus pais nunca gostaram da idéia de ter filho cineasta. Mesmo hoje depois de uma carreira até com alguns prêmios a coisa não é muito bem vista cada vez que peço dinheiro emprestado. Voltando: Comprei no mesmo ano vários livros sobre cinema. Basicamente roteiro e história do cinema. Minha primeira experiência efetiva no cinema foi como roteirista. Escrevi a mão pequenso curtas fantásticos jamais filmados. Antes de ler a caverna fiz um sobre uma comunidade que via nos subterrâneos e nunca tinha visto a luz e consegue atingir a superfice. Depois escrevi um sobre dois caras que se perseguem numa escada de um prédio durante anos. Vivem das sobras e ajudas dos moradores. Escrevi também um roteiro de média que pra mim seria minha estréia como diretor. Era sobre um preso, jovem de classe média, que conseguia um indulto de Ano Novo e antes de chegar na casa, resolvia visitar a escola que estudou na adolescência. Lá, por descuido, ficava preso no banheiro. Sem comunicação com o mundo exterior, passava o ano novo láe várias situações fantásticas aconteciam, como por exemplo, falar com sua própria merda e flashs backs aconteciam dentro do lugar numa estrutura muito teatral. Infelizmente, não consegui apoio na época. Ainda pretendo filmar um dia esse roteiro, ou pelo menos preservar o título. Chamava-se: NOVOS ANOS PARA OUTROS DIAS. Ainda em 86, descobri que o colégio que estudava tinha uma central de video com uma ilha de edição, algo mais raro ainda que a câmera. Tentei fazer um documentários sobre músicos, mas também não consegui espaço suficiente na ilha do colégio, nem a câmera emprestada pra fazer o doc. Meu primeiro ano de cineasta, foi um ano que até filmei muito, mas não consegui editar nada. No últimodia do ano, sozinho, sem namorada, melancólico, escrevi um roteiro que se tratava de um video poema que se chamava "A Única Coisa que Vejo Transparente". Uma especie de lamentação de menino pra uma colega que era apaixonadono segundo ano. Passei 87 inteiro tentando realizar e nada. Desde então,prometi a mim mesmo que jamais escreveria roteiro no último e no primeiro dia do ano.
As primeiras experiências
Minha primeira vontade era, aos nove anos, ser escritor. Chequei a escrever alguns contos e até um romance. Peças de teatro, poemas... mas vi que era uma profissão muito marginal. E, além do mais, que não ia achar uma formação especifica. Ia ter que fazer jornalismo ou letras e viver de ser escritor até virar um sucesso de vendas. No Brasil... Então, decidi por volta dos meus quinze anos, após o rock in Rio, que ia ser músico. Como tantos em Brasilia tive minhas bandas. Todas vagabundas: Fator Vital. Forum Romano, Ato Referencial, Édipo e suas Mães, Hemengarda 8... Era péssimo músico. Queria ser vocalista e letrista, mas tinha vergonha. Tentei ser guitarrista como meus irmãos mais velhos, mas era um fiasco. Fui pro baixo. Cheguei a ter aulas com gente bacana de jazz, etc...mas aos 16 anos, depois de ir numa mostra de cinema fantástico no Cine Brasília, me encantei pela idéia de poder colocar meus sonhos, meus delirios de adolescente fechado no quarto dentro de uma sala escura pra muitos dividirem aquilo como uma comunhão. Decidi, sem pestanejar fazer cinema. A principio, tudo conspirava contra, mas ai nem tinha me tocado. A descoberta tardia pelo cinema me encantava. Comecei como cinefilo. Durante a mostra via um filme por dia. Solaris, Gaviões e Passarinhos, No Limite da Realidade... depois emendou como uma mostra de filmes cômicos. Novamente um filme por dia. Depois, toda segunda feira ia ver um filme no Cine Brasília de tarde. Domingo a noite na Cultura Inglesa. Graças ao fato de eu ter uma bolsa num colégio de elite, tive acesso a colegas que possuiam câmeras VHS, algo raro na época. Junto com eles fiz minhas primeiras experiências. Basicamente, filmes experimentais em que era ator que eram adaptações livres de textos que gostava. Varka de Tchecov, Ismália de Alfonsus Guimaraens e outras idéias em cima dos cineastas russos que conheci graças aos cursos que fazia no Cineclube Glauber Rocha.
Esse Blog
A principio pra relatar e dividir experiências profisionais e publicar roteiros não filmados.
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